
Direção: Paul McGuigan
Elenco: Josh Harnett, Morgan Freeman, Lucy Liu, Ben Kingsley, Stanley Tucci, Bruce Willis.
EUA, 2006, Aventura, 105 minutos, 14 anos.
Sinopse:Slevin Kelevra (Josh Hartnett) está com vários problemas em sua vida. O prédio onde mora foi condenado, sua carteira de identidade foi roubada e ele recentemente flagrou sua namorada na cama com outro homem. Para escapar ao menos por algum tempo dos problemas, ele consegue emprestado com seu amigo Nick Fisher (Sam Jaeger) um apartamento em Nova York. Paralelamente um plano está sendo tramado no submundo do crime de Nova York. Para se vingar da morte de seu filho, o Chefe (Morgan Freeman) planeja um golpe no filho de seu arquiinimigo, o Rabino (Ben Kingsley). O Chefe contrata Goodkat (Bruce Willis) para executar o plano, que consiste em encontrar um apostador que deva muito dinheiro ao Chefe a ponto de aceitar matar o filho do Rabino para se livrar da dívida. O escolhido é Nick Fisher, o que faz com que Goodkat vá até seu apartamento e confunda Slevin com seu alvo.

O principal atrativo desse Xeque-Mate é o seu elenco: atores consagrados, celebridades e oscarizados estão presentes. Mas em um filme onde o elenco é ótimo, o protagonista é ruim. Josh Harnett é um péssimo ator e já provou isso em diversas vezes, aqui ele apanha de todo mundo e não convence. Lucy Liu, sempre simpática, faz o par romântico com o protagonista. O filme é meio estranho e confuso, parece mal filmado e toma resoluções que não parecem muito convincentes. No geral, o filme é bem divertido, com um certo humor, com boas tomadas e favorecido pelo elenco. Rápido e ágil, Xeque Mate não é inesquecível, passa longe disso, mas é uma boa diversão para o fim de semana e deve agradar o seu público. O filme conta com algumas surpresas na sua resolução confusa, e ainda tem uma ótima música: Kansas City Shuffle. Como aventura satisfaz e é bem divertido.
Matheus Pannebecker
FILME: 7

Como você disse, o elenco desse filme é repleto de atores consagrados, mas nenhum está especialmente bem (nem mesmo o Ben Kigsley ou o Morgan Freeman), incluindo o pseudo-galã Josh Hartnett – que nunca me convenceu e está longe disso. O estilo lembra um pouco os filmes do Tarantino, mas faltou algo no roteiro confuso. Minha nota: 6
O filme é bom, tem bom enredo e narrativa, estilo efficiente, visual ótimo e bons atores no elenco, mas ao chegar no final, o filme passa por sequências, digamos, decepcionantes em que facilmente podemos decifrar o final.
Mas é bom, sem dúvida.
Nota 7.0